Imagine o seguinte: você está em plena manhã de trabalho, café na mão, pronto para consultar aquela ferramenta open source customizada que gerencia o core da sua operação. De repente, nada funciona. WordPress, Metabase, Postiz, Mautic, Discord, todos recusando conexão. O celular vibra, chegam mensagens de clientes e colegas perguntando se você também está com problemas. Por alguns minutos, pensamos ser culpa do nosso computador, do Wi-Fi, do roteador. Para os mais acostumados a lidar com SaaS e infraestrutura, até surge a dúvida: “Será que a AWS caiu de novo?” Mas não, dessa vez o epicentro do problema atende pelo nome de Cloudflare.
O mais curioso é perceber que, quando a Cloudflare falha, vemos quase uma onda de choque digital ao redor do mundo. Milhares de sites e apps param, seja para o usuário leigo, seja para empreendedores digitais experientes, como nossos clientes da W8 Hub.
O que aconteceu: a queda de centenas de sites de uma só vez
A quantidade de sites que saiu do ar num piscar de olhos passou de 500, afetando desde blogs em WordPress até plataformas de analytics como umami e portais de comunicação integrados via mattermost ou Discord. Como tantos serviços caíram juntos? A resposta é simples: vivemos em uma internet mais centralizada do que imaginamos.
A internet moderna depende de poucas empresas para funcionar.
A Cloudflare está no “subsolo” da web. Mesmo que muitos usuários nunca tenham ouvido falar dela, suas funções são invisíveis, e essenciais. No episódio mais recente de instabilidade, as consequências foram sentidas por startups, grandes empresas, plataformas SaaS, lojas online e, claro, pelos próprios desenvolvedores. A sensação, para muitos, é de vulnerabilidade total.

Por que tantos sites dependem da Cloudflare?
Nós sempre buscamos explicar para nossos clientes o papel das empresas de infraestrutura digital. Afinal, entender por que uma queda atinge tanto a internet global pode ajudar a tomar decisões melhores na hora de escolher parceiros de hospedagem, gerenciamento e suporte técnico.
Entre as principais funções fornecidas pela Cloudflare, que, na W8 Hub, conhecemos de perto, estão:
- Proteção contra ataques DDoS: Blindagem automática para sites, bloqueando ataques de sobrecarga.
- CDN (Content Delivery Network): Distribuição de arquivos e páginas a partir de servidores próximos do usuário no mundo todo, acelerando a navegação.
- Gerenciamento de DNS: Controle sofisticado de endereços digitais, tornando a resolução de domínios mais eficiente.
- Proxy reverso: Comunicação oculta que mantém IPs de servidores protegidos e ainda potencializa segurança.
- Firewall de aplicações web: Barreira personalizada contra ameaças específicas e vulnerabilidades conhecidas.
Esses serviços passam despercebidos pela maioria dos usuários, mas quando um deles falha, a navegação diária vira um caos. Ferramentas como Metabase, Postiz, cal.com e dify, essenciais para gestão de dados ou integração de IA, se tornam inacessíveis para milhares de times, simplesmente porque dependem, direta ou indiretamente, da Cloudflare.
Como a Cloudflare se tornou pilar da internet?
Nos últimos anos, a Cloudflare conquistou confiança de empresas das mais variadas áreas ao oferecer robustez, disponibilidade global e preços acessíveis, inclusive em planos gratuitos. Ela passou a ser sinônimo de infraestrutura imediata, de segurança robusta e entrega de site rápida para todos os públicos.
Com uma enorme base de servidores distribuídos (os llamados edge servers), a Cloudflare conecta desenvolvedores, empreendedores e grandes empresas. Seja utilizando o WordPress (https://wordpress.org) para blogs, o GitHub (https://github.com) para projetos colaborativos, o n8n (https://n8n.io) ou o Chatwoot (https://www.chatwoot.com) para automações, quase tudo, em algum ponto, pode passar pela Cloudflare.
É fácil entender o porquê. A configuração requer pouco conhecimento técnico, a proteção é alta e, geralmente, tudo está pronto a poucos cliques, o que para não devs é algo valiosíssimo. Vimos, inclusive, pequenas empresas saltando rapidamente ao ar usando nossos templates plug&play onde integram Cloudflare com Open Source como Mautic, MinIO, MongoDB ou Redis.
O que acontece quando a Cloudflare para?
Quando o coração da infraestrutura para, mesmo que por minutos, os sintomas aparecem em:
- Sites que não carregam ou demoram minutos para abrir;
- Ferramentas internas, como Metabase ou umami, ficam indisponíveis;
- Serviços de autenticação (OAuth) e APIs, como EvolutionAPI ou Supabase, deixam de responder;
- Mensageiros de equipe, como Discord e Mattermost, travam nas requisições;
- Integrações automatizadas, como n8n, simplesmente param de rodar.
Nós acompanhamos, em tempo real, gestores e desenvolvedores tentando entender se o erro era no código, no serviço contratado ou na própria infraestrutura. Muitos só descobriram, minutos depois, que a questão vinha do “subsolo digital”, um elo invisível mas central.
Por que a internet ficou tão dependente de poucas empresas?
Nós, da W8 Hub, constantemente buscamos alternativas e flexibilidade para nossos clientes, justamente para minimizar riscos como esse. Ainda assim, não há como negar que o modelo centralizado é o padrão predominante hoje na internet, especialmente para SaaS e microsaas.
Isso ocorre por alguns motivos:
- Capacidade de entrega mundial: É mais simples e rápido assinar serviços capazes de responder a clientes globais em todos os fusos.
- Automação e facilidade no setup: Um simples apontamento de DNS basta para entrar em produção.
- Economia de escala: Empresas gigantes conseguem manter preços baixos pela quantidade de clientes.
- Resiliência prometida: Expectativa de alta disponibilidade, com servidores espalhados e proteção robusta.
O curioso é que, mesmo diante disso, a transparência sobre a complexidade dessas camadas de infraestrutura não chega ao usuário final. Para a maioria, a internet é “a nuvem”, um conceito abstrato sustentado por poucas plataformas, onde a Cloudflare se destaca.

Há alternativas à centralização total?
A internet aberta mostra, mais uma vez, a força das soluções open source e da descentralização. Por isso, gostamos de trabalhar com ferramentas como Mautic, n8n, Directus, Supabase e tantas outras, ajudando empresas a instalar, gerenciar e escalar seus próprios serviços em seus ambientes ou em clouds alternativas, tudo na W8 Hub.
Alguns benefícios de apostar em alternativas:
- Controle maior sobre dados: Com ferramentas como MinIO, PostgreSQL e MySQL, os dados ficam sob gestão direta do cliente.
- Liberdade para customizar: Plataformas como Directus ou cal.com permitem desenvolvimentos sob medida.
- Processos auditáveis: O open source, gerenciado por especialistas, facilita diagnósticos e rastreamento de falhas.
- Possibilidade de multicloud e failover: A W8 Hub estrutura ambientes híbridos e redundantes para múltiplos tipos de operação.
Destacamos que, mesmo contando com o suporte de grandes empresas, a melhor maneira de instalar e manter sistemas críticos sempre será através de gerenciamento profissional, sobretudo usando nossos templates otimizados, já com as devidas correções de estabilidade e segurança.
Por que instalar ferramentas usando a W8 Hub?
Muitos empreendedores e desenvolvedores inexperientes subestimam a complexidade de manter aplicações open source rodando 24/7, integrando CDN, DNS, proxies e backup automático sem dor de cabeça. Nossa experiência mostra que:
- Problemas de atualização e licença podem cortar o acesso à ferramenta em momentos críticos.
- A falta de expertise na integração com serviços como Cloudflare e outros pode causar vulnerabilidades graves.
- Gerenciar múltiplos ambientes e dependências se torna uma tarefa difícil para times pequenos.
A W8 Hub, diferente de concorrentes como Hostinger e Railway, entrega templates otimizados e já corrigidos. Ou seja, em vez de seguir tutoriais incertos, nossos clientes instalam tudo com um clique e contam com suporte completo, da configuração à atualização. Seja para Mautic, Metabase, Chatwoot, shlink, RabbitMQ ou sistemas internos, oferecemos não só hospedagem, mas também todo o ecossistema para você escalar seu negócio, mesmo sem profundidade técnica.
Nós inclusive incentivamos novos empreendedores e times a comparar nosso modelo com outras propostas no mercado, usando recursos como nossaferramenta de comparação online. Lá, mostramos na prática as diferenças de custo, suporte, desempenho e adaptabilidade dos templates W8 Hub.
O que aprendemos com o “apagão” Cloudflare?
Cada falha global serve como alerta. Se, por um lado, a Cloudflare oferece desempenho, automação e segurança a preços competitivos, por outro, é uma lembrança real de como a concentração da infraestrutura deixa toda a internet vulnerável a eventos pontuais.
Entre as lições que tiramos e aplicamos em nossa rotina na W8 Hub, estão:
- Diversificar provedores de infraestrutura, priorizando ambientes híbridos e aplicações realmente descentralizadas.
- Automatizar backups, rotinas de failover e monitoramento com soluções como n8n, umami, RabbitMQ e Supabase.
- Criar planos de contingência claros para nossos clientes, com atualizações periódicas de patches e dos próprios templates utilizados.
- Incentivar a implantação de soluções open source que possam ser migradas rapidamente em emergências.
Para ajudar nossos clientes a planejar, recomendamos o uso do nosso modelo de planejamento de infraestrutura, que, aliado a uma arquitetura orientada a serviços open source, permite menos dependência de um único provedor.
Como identificar e reagir a falhas globais de infraestrutura?
Recebemos muitos questionamentos sobre como agir em situações como a que ocorreu com a Cloudflare. A seguir, compartilhamos as principais perguntas e respostas, baseadas em nossa atuação cotidiana:
- Como saber se o problema está na Cloudflare, no meu provedor ou no meu aplicativo? Sempre recomendamos checar sites independentes de monitoramento, conversar com colegas e, quando possível, consultar nossa calculadora de perfil, que identifica possíveis pontos críticos da sua infraestrutura.
- É possível configurar redundância real? Sim, usando templates otimizados que suportam multicloud, backups automáticos e failover. Assim, mesmo que uma camada falhe, outra assume.
- Para quem está começando, qual a melhor escolha? Busque soluções plug&play e hospedagem que já vem com ferramentas open source testadas. Dessa forma, você coloca seu SaaS no ar sem sustos.
- Como monitorar se meus sites caírem? Ferramentas como umami, Mattermost e notificações integradas via n8n ajudam a alertar time e clientes sobre qualquer indisponibilidade.
Essas são dúvidas recorrentes e que demonstram a necessidade de terceirizar o gerenciamento de infraestrutura para times especializados, como fazemos na W8 Hub.
Por que dependência de poucas empresas é um risco real?
O episódio recente reforça que, mesmo serviços “gigantes” estão sujeitos a falhas humanas, bugs, ataques, sobrecarga e erros de configuração. Quando tudo, do DNS ao firewall, depende de uma só base, o impacto é imediato e afeta múltiplos setores. Por isso, enxergamos na internet atual uma oportunidade de repensar a forma de construir infraestruturas e migrar para ambientes mais abertos e resilientes.
Nossa área de desenvolvimento já trabalha com dezenas de templates open source justamente visando diferentes cenários, do mais simples ao mais robusto, para garantir que o usuário final tenha sempre seu sistema no ar, independente das grandes oscilações globais.
Como a W8 Hub transforma esse cenário?
Se há algo que a queda da Cloudflare ensina é que terceirizar para times que fazem apenas “o básico” não resolve mais. O empreendedor moderno, seja técnico ou não, deve buscar parceiros que entreguem infraestrutura pronta para escalar e resistir, com ferramentas open source mantidas e integradas. Nisso, nos destacamos na W8 Hub, porque:
- Instalamos em minutos plataformas como Mautic, Mattermost, Directus, PostgreSQL, além dos principais stacks e integrações usadas pelo mundo SaaS;
- Mantemos tudo atualizado e seguro, com patching prévio e acompanhamento 24/7;
- Otimizamos e reduzimos falhas com templates testados sob alta carga, prontos para sair do ar do básico ao enterprise;
- Nossa consultoria cobre da escolha da ferramenta à migração de clouds, para não depender de um único fornecedor;
- Oferecemos acompanhamento e suporte real em português, diferencial ignorado pelos grandes do mercado.
Aliás, sugerimos testar nossa calculadora de ferramentas open source para saber qual stack melhor encaixa no seu tipo de negócio, experiência e porte.
A W8 Hub centraliza, automatiza e protege toda a operação do seu SaaS ou microsaas.
O futuro da internet e os próximos passos
Esse último apagão mostrou para todos nós que, por mais transparente que pareça o funcionamento da web moderna, a concentração de infraestrutura segue um desafio real e diário. Nós, da W8 Hub, acreditamos numa web mais aberta, onde empreendedores gerenciem seu próprio negócio com autonomia e sem “ruídos invisíveis”.
Cada vez mais, o caminho é adotar stacks open source, ambientes híbridos e gerir múltiplas camadas de segurança e entrega. Por isso, seguimos evoluindo nossos templates otimizados, nosso painel plug&play e focando em colocar as melhores soluções no ar, a um clique de distância.
Se você se preocupa com estabilidade, segurança e autonomia digital, convidamos a conhecer a W8 Hub, comparar com concorrentes, testar nossas soluções open source e finalmente colocar seu SaaS ou ferramenta interna no ar, com a certeza de que, quando algo falhar no “subsolo” digital do mundo, você terá equipe e estrutura para continuar crescendo.
